De Eugène Ionesco
Estreia: 1 de Maio de 2010
SINOPSE:
Uma alucinante despedida da vida. A peça fala da essência da existência humana diante golpe do destino que todo ser humano tem de enfrentar, mesmo com os temores do que pode acontecer ao dar o último suspiro. É a tragicómica história do “Rei Berengário” e, certamente, de todos nós. A irónica forma como ele apercebe-se do que está a acontecer à sua volta, as reacções à fatal notícia, bem como a relação que há entre ele e o inevitável desfecho, somente acompanhado pela consciente e assustadora ideia de que “O que deve acabar já acabou”. Para além do medo de se saber que a última cena é “obrigatoriamente” mortal, há a incómoda descoberta de que, realmente, nunca se chegou a viver.
Uma comédia que mostra o quão ridículos podemos ser quando nos confrontamos com a efemeridade da vida e o inútil apego que temos às coisas materiais.
Ficha Técnica:
Conferência sobre Eugène Ionesco no dia 6 de Maio às 18:30h com a
presença da professora catedrática da Universidade Nacional de Arte Teatral
de Bucareste e doutora em Artes-Teatro Carmen Stanciu
Versão Cénica e Encenação : João Mota
Tradução: Fernanda de Castro
Assistente de Encenação: Hugo Franco
Interpretação: Carlos Paulo, Tânia Alves, Ana Lúcia Palminha,
Rui Neto, Mia Farr e Alexandre Lopes
Figurinos: Carlos Paulo
Desenho de luz: José Álvaro Correia
Fotografia: Bruno Simão
Vídeo: João Varela/Live DV Film
Operador de Luz/Som: Hugo Franco
Mestra de Costura: Aurélia Braz
Equipa Técnica: Renato Godinho, Mário Correia e Nuno Samora
Estagiária Assistente de encenação: Filipa Almeida
Assistência Geral: Cremilde Paulo, Miguel Sermão, Madalena Rocha, Eduardina Sousa e Leonor Gama
Gabinete de Produção: Rosário Silva, Carlos Bernardo
Assistente de encenação: Cecilia Piscarreta
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